Em defesa de um mundo igualitário

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Se existe algo que a cristandade deveria entender (incluindo Silas Malafaia, etc) é que lutar pelos direitos civis da comunidade LGBT NÃO é o mesmo que lutar por direitos eclesiásticos ou eclesiais. Temos o direito de fazer nossos anúncios e denúncias? Sim, mas que seja feito com amor e consideração pelo outro, somos todos escravos do pecado, o secularismo prefere outras nomenclaturas (em vez de pecado, acham o termo ofensivo… Sorry no fundo é a mesma coisa), insto em nada muda os efeitos (pecado).

Eles têm o direito de não serem mortos, violentados, agredidos verbalmente, frutos de piadinhas sem graça. Assim como foram séculos atrás os escravos, negros, mulheres etc; e toda a igreja encontrava subsídios “bíblicos” para assim subjuga-los.

Desta realidade nasceram abolicionistas como o cristão William Wilberforce (dentre tantos outros), defensores dos direitos civis dos negros como Marthin Luher King (cristão), Abraham Joschua Heschel (Judeu).

A igreja conseguiu através dos séculos ser luz por outro lado opressora, que ela hoje possa escapar de diálogos como os de Malafaia (que tem o direito de faze-lo, porém com o direito vem a responsabilidade).

Que nestes dias possamos ser sal e luz, deveríamos parar de apontar o dedo para um mundo pecador,e apontar para um Grande Senhor que é redentor.

Deixo as palavras de Jesus registrada em Lucas 10, 29-33:

29 Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?
30 Jesus, prosseguindo, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. 31 Casualmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo. 32 De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo. 33 Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão; 34 e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. 35 No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar. 36 Qual, pois, destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?
37 Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele.
Disse-lhe, pois, Jesus: Vai, e faze tu o mesmo.

E hoje quem é o meu próximo? Ou o meu outro?

Eles têm a mesma necessidade e anseio que os nossos, encontramos um amor puro e genuíno em Cristo, vamos obscurecer este amor?

Willian Pereira

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